Odontologia – Atendimento a pacientes de necessidades especiais

Atendimento a pacientes de necessidades especiais

Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais

É a especialidade que tem por objetivo o diagnóstico, a preservação, o tratamento e o controle dos problemas de saúde bucal dos pacientes que apresentam uma complexidade no seu sistema biológico e/ou psicológico e/ou social, bem como percepção e atuação dentro de uma estrutura transdisciplinar com outros profissionais de saúde e áreas correlatas com o paciente.

A primeira abordagem odontológica deve ser composta de uma aproximação com o paciente e familiares assim como o conhecimento das condições médicas preexistentes.

O melhor atendimento exige uma integração das áreas odontológica, médica, psicológica, social, etc. O dentista especialista realiza o exame bucodentário, avalia o comportamento do paciente, dos familiares, e o relacionamento entre ambos. Para pessoas com deficiência ou doença mental, da mesma forma que para crianças normais, faz-se o condicionamento psicológico do paciente especial, para que se obtenha sua cooperação, antes de quaisquer outros recursos.

A partir de que idade um bebê especial deve ir ao dentista?
Assim como um bebê normal, o bebê especial deve ir ao dentista antes mesmo de ter “nascido” o primeiro dente de leite, para que o profissional institua um programa de prevenção à cárie e a outras doenças bucais.

Atendimento a pacientes de necessidades especiais

Que tipos de cuidados caseiros os pais ou responsáveis devem ter para melhorar as condições bucais desses pacientes?
Os cuidados caseiros são essenciais para a prevenção de várias doenças. O primeiro cuidado básico é referente à higiene, que deve ser efetuada após as refeições. Se for necessário, o paciente pode lançar mão de recursos especiais, como escovas com adaptadores, dedeiras, passa-fio etc.

O segundo cuidado é referente à dieta, que deve ser nutritiva, evitando-se os alimentos ricos em açúcares e os pastosos. Os horários corretos das refeições precisam ser observados. Medicamentos com muito açúcar, salvo contra-indicação médica, devem ser dados junto com as refeições.

Como terceiro cuidado básico, ressalta-se o uso do flúor tópico na forma de dentifrícios, que deve ser realizado diariamente, e o uso de soluções fluoretadas na forma de bochechos, que pode ser instituído de acordo com as possibilidades do paciente para sua execução, bem como de acordo com o risco para o desenvolvimento da doença cárie.

Atendimento a pacientes de necessidades especiais

Quais os problemas bucais mais comuns nos pacientes especiais?
Os problemas mais comuns são a cárie e a doença periodontal, sendo esta última decorrente de problemas de ordem local, geral ou medicamentosa (anticonvulsivantes). O tipo de patologia que o paciente apresenta, como, por exemplo, distúrbios neuropsicomotores, pode acarretar sérios problemas de oclusão, decorrentes principalmente da hipotonia muscular (flacidez), levando a alterações na relação maxilomandibular.

Classificação pacientes com necessidades especiais:

  • Deficiência mental
  • Deficiência física – Anomalias congênitas (deformações, síndromes)
  • Distúrbios comportamentais (autismo)
  • Transtornos psiquiátricos
  • Distúrbios sensoriais e de comunicação
  • Doenças sistêmicas crônicas (diabetes, cardiopatias, doenças hematológicas, insuficiência renal crônica, doenças
    autoimunes, doenças vesículo bolhosas, etc)
  • Doenças infectocontagiosas (hepatites, HIV, tuberculose)
  • Condições sistêmicas (irradiados, transplantados, oncológicos, gestantes, imunocomprometidos)

 

Acessibilidade

A  Odontologia Integrada Gisela Borin,  possui equipamentos para atender pacientes cadeirantes, considerando os princípios básicos da acessibilidade na sua estrutura.

Atendimento a pacientes de necessidades especiais

 

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